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terça-feira, 5 de outubro de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
PARA QUANDO COIMBRA-Autarquia de Alenquer integra Iniciativa ‘A Minha Rua’
Alenquer é a mais recente Câmara Municipal a aderir a este projecto que começou com cinco municípios e conta já com a participação de 36, esperando-se que continue a crescer gradualmente.
Disponível a partir do Portal do Cidadão, ao utilizar “A Minha Rua” os cidadãos podem assinalar directamente no mapa ocorrências que queiram ver resolvidas, bem como associar fotografias, e serão informados pela autarquia através de e-mail assim que a situação fica resolvida.
Esta autarquia junta-se a Abrantes, Alcanena, Alvaiázere, Ansião, Arganil, Batalha, Bombarral, Borba, Braga, Campo Maior, Évora, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Mangualde, Miranda do Corvo, Mondim de Basto, Murça, Nazaré, Óbidos, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Ourém, Ovar, Pombal, Portalegre, Sabrosa, Sabugal, Sines, Sobral de Monte Agraço, Sousel, Trofa, Vale de Cambra, Vieira do Minho e Vizela, municípios já abrangidos pela iniciativa.
Disponível a partir do Portal do Cidadão, ao utilizar “A Minha Rua” os cidadãos podem assinalar directamente no mapa ocorrências que queiram ver resolvidas, bem como associar fotografias, e serão informados pela autarquia através de e-mail assim que a situação fica resolvida.
Esta autarquia junta-se a Abrantes, Alcanena, Alvaiázere, Ansião, Arganil, Batalha, Bombarral, Borba, Braga, Campo Maior, Évora, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Mangualde, Miranda do Corvo, Mondim de Basto, Murça, Nazaré, Óbidos, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Ourém, Ovar, Pombal, Portalegre, Sabrosa, Sabugal, Sines, Sobral de Monte Agraço, Sousel, Trofa, Vale de Cambra, Vieira do Minho e Vizela, municípios já abrangidos pela iniciativa.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Se não fosse o PSD, Portugal estaria agora na bancarrota
1- PSD quer suspensão da Alta-Velocidade Ferroviária por um período mínimo de 3 anos
Os sociais-democratas entregaram no Parlamento um Projecto de Resolução em que criticam a insistência do Governo em prosseguir com a concretização dos projectos referentes à alta velocidade ferroviária em Portugal "apesar do crescente aumento de vozes discordantes oriundas de todos os quadrantes políticos".
No texto do Projecto entregue, quarta-feira, na Assembleia da República, os deputados do PSD afirmam que o Governo deve mudar de política económica, reequacionando os grandes investimentos e apostando, no investimento público de proximidade, de menor dimensão" exemplificando com os "investimentos na recuperação do património degradado" e com a "requalificando a rede de tribunais, de esquadras, de equipamentos de saúde". Esta opção permitiria, de acordo com o deputados do PSD, "estimular, de modo imediato, a actividade económica de base local das pequenas e médias empresas e assegurando a manutenção e criação de emprego".
Contudo, em vez disso, "o Governo concretizou recentemente a assinatura do contrato de concessão do lanço de alta velocidade entre Caia e Poceirão da linha Lisboa – Madrid com um custo de construção, a preços correntes, de cerca de 1500 milhões de euros a que acresce um custo anual de manutenção superior a vinte milhões de euros, e anunciou o lançamento de novo concurso, num prazo de seis meses, para o lanço Poceirão – Lisboa que inclui a terceira travessia do Tejo-TTT", criticam.
Os deputados do PSD consideram que a "a situação económica e financeira do País exige que a oportunidade de um investimento deste vulto seja repensada e compaginada com investimentos de menor expressão financeira mas de impacto económico maior e com efectiva dispersão geográfica. Trata-se de um investimento que contribuirá ainda para o aumento da divida externa do País e para a criação de compromissos futuros a que as contas públicas particularmente debilitadas não conseguirão enfrentar satisfatoriamente."
Os deputados referem que é hoje público que "os calendários de construção da linha de ambos os lados da fronteira nunca foram verdadeiramente acertados, de modo a garantir que um dos Países não corra o risco de concluir os investimentos no seu território nacional e ficar a aguardar que o Pais vizinho conclua a sua parte". Os parlamentares alertam para o facto de "a maior extensão da linha Lisboa – Madrid, em território espanhol" estar ainda em "fase de estudos e de elaboração de projectos", sendo previsível que Portugal, com apenas dois troços, "conclua os seus investimentos e fique a aguardar, na fronteira, que Espanha termine as obras de construção e ligação da linha no seu território".
O PSD considera ainda que a segunda linha ferroviária prevista no contrato de concessão – que é convencional, em bitola ibérica e travessa polivalente, destinada ao transporte de mercadorias - entre Évora e Caia, e que "teria um custo de 260 milhões de euros" seria completamente "desnecessária caso os calendários de construção de ambos os Países estivessem efectivamente coordenados e sincronizados"
Os deputados receiam que Portugal possa encontrar-se, algures em 2014, perante a "insólita situação de ter construído uma linha preparada para a alta velocidade entre Poceirão e Caia sem qualquer ligação directa a Lisboa, sem continuidade em território espanhol e com forte impacto anual no Orçamento do Estado, devido às rendas a pagar ao concessionário pela sua disponibilidade e manutenção, mas que não servirá rigorosamente para nada!"
"Estamos pois perante uma precipitação e um grave erro de gestão do Governo, com custos não desprezáveis, que perdurará como marca do seu mais absoluto irrealismo, e a que urge por termo", concluem. Fonte: Grupo Parlamentar Partido Social Democrata
2- Em entrevista à TVI, quarta-feira, Pedro Passos Coelho explicou ao País que “o PSD não fez um acordo com o Governo”, mas tomou a iniciativa de evitar que Portugal “caísse na bancarrota”. Passos Coelho esclareceu que, contrariamente ao Primeiro-Ministro, as medidas agora tomadas não são para "salvar o euro", mas sim "a economia portuguesa". O líder do PSD garantiu que as medidas indispensáveis de redução da despesa e de aumento de impostos são válidas até ao final de 2011 e visam igualmente recuperar a credibilidade externa do Estado português.
Nesse sentido, Passos Coelho considera que “só pode ser uma brincadeira de mau gosto" a possibilidade de o Governo decidir avançar com grandes obras públicas. Além disso, alertou para a necessidade de serem executadas reformas estruturais. "Achei que o país precisava desta solução. Agora, não quero enganar o país, não posso enganar o país. Nós precisamos de reformas estruturais amplas e cortes na despesa estrutural", sustentou.
No que respeita à comissão de inquérito parlamentar à compra da TVI, o presidente do PSD salientou que, caso se prove que o Primeiro-Ministro mentiu sobre a compra da estação de Queluz e que houve ingerência do Governo na comunicação social, o executivo não teria condições para continuar.
Em relação ao futuro, o presidente do PSD deixou uma mensagem de esperança aos eleitores: “É importante que o País saiba que nós estamos a preparar uma alternativa", sublinhou.
Os sociais-democratas entregaram no Parlamento um Projecto de Resolução em que criticam a insistência do Governo em prosseguir com a concretização dos projectos referentes à alta velocidade ferroviária em Portugal "apesar do crescente aumento de vozes discordantes oriundas de todos os quadrantes políticos".
No texto do Projecto entregue, quarta-feira, na Assembleia da República, os deputados do PSD afirmam que o Governo deve mudar de política económica, reequacionando os grandes investimentos e apostando, no investimento público de proximidade, de menor dimensão" exemplificando com os "investimentos na recuperação do património degradado" e com a "requalificando a rede de tribunais, de esquadras, de equipamentos de saúde". Esta opção permitiria, de acordo com o deputados do PSD, "estimular, de modo imediato, a actividade económica de base local das pequenas e médias empresas e assegurando a manutenção e criação de emprego".
Contudo, em vez disso, "o Governo concretizou recentemente a assinatura do contrato de concessão do lanço de alta velocidade entre Caia e Poceirão da linha Lisboa – Madrid com um custo de construção, a preços correntes, de cerca de 1500 milhões de euros a que acresce um custo anual de manutenção superior a vinte milhões de euros, e anunciou o lançamento de novo concurso, num prazo de seis meses, para o lanço Poceirão – Lisboa que inclui a terceira travessia do Tejo-TTT", criticam.
Os deputados do PSD consideram que a "a situação económica e financeira do País exige que a oportunidade de um investimento deste vulto seja repensada e compaginada com investimentos de menor expressão financeira mas de impacto económico maior e com efectiva dispersão geográfica. Trata-se de um investimento que contribuirá ainda para o aumento da divida externa do País e para a criação de compromissos futuros a que as contas públicas particularmente debilitadas não conseguirão enfrentar satisfatoriamente."
Os deputados referem que é hoje público que "os calendários de construção da linha de ambos os lados da fronteira nunca foram verdadeiramente acertados, de modo a garantir que um dos Países não corra o risco de concluir os investimentos no seu território nacional e ficar a aguardar que o Pais vizinho conclua a sua parte". Os parlamentares alertam para o facto de "a maior extensão da linha Lisboa – Madrid, em território espanhol" estar ainda em "fase de estudos e de elaboração de projectos", sendo previsível que Portugal, com apenas dois troços, "conclua os seus investimentos e fique a aguardar, na fronteira, que Espanha termine as obras de construção e ligação da linha no seu território".
O PSD considera ainda que a segunda linha ferroviária prevista no contrato de concessão – que é convencional, em bitola ibérica e travessa polivalente, destinada ao transporte de mercadorias - entre Évora e Caia, e que "teria um custo de 260 milhões de euros" seria completamente "desnecessária caso os calendários de construção de ambos os Países estivessem efectivamente coordenados e sincronizados"
Os deputados receiam que Portugal possa encontrar-se, algures em 2014, perante a "insólita situação de ter construído uma linha preparada para a alta velocidade entre Poceirão e Caia sem qualquer ligação directa a Lisboa, sem continuidade em território espanhol e com forte impacto anual no Orçamento do Estado, devido às rendas a pagar ao concessionário pela sua disponibilidade e manutenção, mas que não servirá rigorosamente para nada!"
"Estamos pois perante uma precipitação e um grave erro de gestão do Governo, com custos não desprezáveis, que perdurará como marca do seu mais absoluto irrealismo, e a que urge por termo", concluem. Fonte: Grupo Parlamentar Partido Social Democrata
2- Em entrevista à TVI, quarta-feira, Pedro Passos Coelho explicou ao País que “o PSD não fez um acordo com o Governo”, mas tomou a iniciativa de evitar que Portugal “caísse na bancarrota”. Passos Coelho esclareceu que, contrariamente ao Primeiro-Ministro, as medidas agora tomadas não são para "salvar o euro", mas sim "a economia portuguesa". O líder do PSD garantiu que as medidas indispensáveis de redução da despesa e de aumento de impostos são válidas até ao final de 2011 e visam igualmente recuperar a credibilidade externa do Estado português.
Nesse sentido, Passos Coelho considera que “só pode ser uma brincadeira de mau gosto" a possibilidade de o Governo decidir avançar com grandes obras públicas. Além disso, alertou para a necessidade de serem executadas reformas estruturais. "Achei que o país precisava desta solução. Agora, não quero enganar o país, não posso enganar o país. Nós precisamos de reformas estruturais amplas e cortes na despesa estrutural", sustentou.
No que respeita à comissão de inquérito parlamentar à compra da TVI, o presidente do PSD salientou que, caso se prove que o Primeiro-Ministro mentiu sobre a compra da estação de Queluz e que houve ingerência do Governo na comunicação social, o executivo não teria condições para continuar.
Em relação ao futuro, o presidente do PSD deixou uma mensagem de esperança aos eleitores: “É importante que o País saiba que nós estamos a preparar uma alternativa", sublinhou.
terça-feira, 30 de março de 2010
MENSAGEM DO NOVO LIDER DO PSD
Cara amiga, caro amigo,
Sexta-feira, dia em que fui eleito Presidente do PSD, foi um momento muito importante para o nosso Partido e para Portugal. Gostaria de partilhar consigo as minhas reflexões:
Por um lado, quero felicitar a forma como a Campanha para as Directas decorreu e terminou: com candidatos que concorreram valorizando a Social Democracia. Com respeito e elevação. Em geral, um bom exemplo para o futuro.
Foi uma campanha das boas! Enérgica, muito participada no terreno e no mundo “online”, com um debate rico mas correcto, com um intervalo para um Congresso cheio de vida, acções de campanha com centenas ou milhares de participantes, terminando com um recorde de votos dos militantes (cerca de 50 000). Este é o PSD que vai MUDAR o País!
Por outro lado, congratulo-me com a decisão inequívoca dos militantes: MUDAR. Ao entregarem-me a Presidência do Partido, os militantes não me deram um cheque em branco. Concederam, isso sim, um grande voto de confiança que tudo farei para honrar. Estou certo de que estarei à altura desta responsabilidade.
Esta mudança implica, numa primeira etapa, incentivar o Partido a pensar Portugal Primeiro. Para isso temos de potenciar a capacidade dos nossos valores humanos, entre militantes e simpatizantes. Mas temos também de procurar absorver junto de toda a sociedade civil o seu conhecimento e experiência de vida, tornando-nos assim num centro de atracção de pessoas com vontade de trabalhar, de investigar, de desenvolver, de participar na vida política, económica e social do nosso País. Procuraremos, nos mais simples valores, o melhor de cada um de nós. Com generosidade. Com capacidade de incluir, de somar. Este é um PSD que vai ser o motor de uma mudança para melhor de toda a nossa sociedade.
Por fim, quero realçar que o nosso desafio só agora realmente começou. O PSD vai aparecer com a sua casa arrumada. Com as ideias bem definidas. Temos agora de começar a trabalhar para servir Portugal. Vamos ser uma oposição responsável, conscientes, no entanto, que respondemos sempre perante todos os Portugueses. E não haverá qualquer pressa para ser Governo. Estamos aqui para resolver problemas, nunca para os criar. Mas recusaremos decisões erradas que prejudiquem os Portugueses. Iremos, isso sim, contribuir com ideias e soluções para o País.
Um bem haja a todos aqueles que - e foram muitos! - colocaram Portugal em Primeiro e participaram com o seu tempo e o seu trabalho nesta campanha de Mudança. A todos os que a organizaram e produziram a nível nacional ou local. Que grande trabalho! A todos os que vi nos últimos dias visivelmente cansados pelo esforço dispendido mas que nunca perderam o sorriso próprio de quem desempenha o seu papel com grande convicção.
Fomos todos exigentes. E criámos uma equipa sempre dinâmica e competente. O Partido reconheceu o nosso trabalho e espera muito de nós. Vamos agora provar o quanto somos capazes. Todos juntos. Cada vez mais. E cada vez melhor.
A nossa missão continua. Vai valer a pena.
Conto com Todos.
Um abraço do
Pedro Passos Coelho
Sexta-feira, dia em que fui eleito Presidente do PSD, foi um momento muito importante para o nosso Partido e para Portugal. Gostaria de partilhar consigo as minhas reflexões:
Por um lado, quero felicitar a forma como a Campanha para as Directas decorreu e terminou: com candidatos que concorreram valorizando a Social Democracia. Com respeito e elevação. Em geral, um bom exemplo para o futuro.
Foi uma campanha das boas! Enérgica, muito participada no terreno e no mundo “online”, com um debate rico mas correcto, com um intervalo para um Congresso cheio de vida, acções de campanha com centenas ou milhares de participantes, terminando com um recorde de votos dos militantes (cerca de 50 000). Este é o PSD que vai MUDAR o País!
Por outro lado, congratulo-me com a decisão inequívoca dos militantes: MUDAR. Ao entregarem-me a Presidência do Partido, os militantes não me deram um cheque em branco. Concederam, isso sim, um grande voto de confiança que tudo farei para honrar. Estou certo de que estarei à altura desta responsabilidade.
Esta mudança implica, numa primeira etapa, incentivar o Partido a pensar Portugal Primeiro. Para isso temos de potenciar a capacidade dos nossos valores humanos, entre militantes e simpatizantes. Mas temos também de procurar absorver junto de toda a sociedade civil o seu conhecimento e experiência de vida, tornando-nos assim num centro de atracção de pessoas com vontade de trabalhar, de investigar, de desenvolver, de participar na vida política, económica e social do nosso País. Procuraremos, nos mais simples valores, o melhor de cada um de nós. Com generosidade. Com capacidade de incluir, de somar. Este é um PSD que vai ser o motor de uma mudança para melhor de toda a nossa sociedade.
Por fim, quero realçar que o nosso desafio só agora realmente começou. O PSD vai aparecer com a sua casa arrumada. Com as ideias bem definidas. Temos agora de começar a trabalhar para servir Portugal. Vamos ser uma oposição responsável, conscientes, no entanto, que respondemos sempre perante todos os Portugueses. E não haverá qualquer pressa para ser Governo. Estamos aqui para resolver problemas, nunca para os criar. Mas recusaremos decisões erradas que prejudiquem os Portugueses. Iremos, isso sim, contribuir com ideias e soluções para o País.
Um bem haja a todos aqueles que - e foram muitos! - colocaram Portugal em Primeiro e participaram com o seu tempo e o seu trabalho nesta campanha de Mudança. A todos os que a organizaram e produziram a nível nacional ou local. Que grande trabalho! A todos os que vi nos últimos dias visivelmente cansados pelo esforço dispendido mas que nunca perderam o sorriso próprio de quem desempenha o seu papel com grande convicção.
Fomos todos exigentes. E criámos uma equipa sempre dinâmica e competente. O Partido reconheceu o nosso trabalho e espera muito de nós. Vamos agora provar o quanto somos capazes. Todos juntos. Cada vez mais. E cada vez melhor.
A nossa missão continua. Vai valer a pena.
Conto com Todos.
Um abraço do
Pedro Passos Coelho
sábado, 27 de março de 2010
VITÓRIA DE PEDRO PASSOS COELHO NAS ELEIÇÕES DE 26 DE MARÇO-SEXTA FEIRA-PARA ELEGER O PRESIDENTE DO PSD NACIONAL

Pedro Passos Coelho é o novo presidente do PSD. O antigo deputado derrotou hoje, em eleições directas, Paulo Rangel, José Pedro Aguiar-Branco e Castanheira Barros, obtendo quase dois terços dos votos dos 79 mil militantes sociais-democratas inscritos. Passos convoca adversários para a união, após vitória clara. Sem querer crise política, líder eleito diz que não levará Governo ao colo
Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD, obtendo uma destacada vitória na eleição de ontem - recorde, aliás, nas directas do partido: mais de 27 mil votos, 61,1% do total. Paulo Rangel ficou longe, com mais de 15 mil votos (34,5%) e Aguiar-Branco remetido a 3,6%, apenas 1598. O resultado, esmagador, garante, para já, união em torno da nova liderança.
Na primeira declaração como presidente, Passos Coelho anunciou que convidou os seus adversários para integrarem as suas listas aos órgãos do partido. E garantiu: "Mostrámos que o partido não está dividido, não está balcanizado, nem é um saco de gatos." A sua primeira prioridade, reforçou, é "unir" o PSD - porque "todos" no partido estarão à prova.
Reconheceu ainda "o trabalho activo" da líder cessante no partido, esperando que continue "na primeira linha" do PSD.
De Aguiar-Branco soube em directo pelas televisões que não conta com ele na liderança da bancada do PSD. Garantiu, por isso, que aceitará o interlocutor na Assembleia da República que o grupo parlamentar escolher.
Já para fora do partido, disse aos portugueses que não está apostado "em abrir crises políticas que o País não precisa". Mas assegurou também que não andará "com o Governo ao colo" e não aprovará aquilo com que não concorda. Três "nãos" para dizer que está disponível a ajudar o Governo a enfrentar a crise mas "com as nossas ideias".
Rangel leal cria "corrente"
Minutos antes da intervenção do novo líder, os seus adversários entraram em directo para as televisões com discursos coincidentes na mensagem de união, mas diferentes no modo como se querem posicionar para o futuro.
Paulo Rangel falou de uma "vitória clara e expressiva", pediu palmas para o novo presidente do partido e prometeu "lealdade" à nova liderança. Mas deixou claro que os mais de 30% de votos servirão para criar uma "corrente" dentro do partido.
Já Aguiar-Branco, cujos poucos mais de 1500 votos nas directas acabaram por ser inferiores às assinaturas que entregou na segunda-feira (mais de 2200), colocou-se inteiramente ao lado de Passos Coelho para a nova etapa (exigindo até "um compromisso das outras candidaturas para acabar com as guerras internas".
Mais, deixou três desafios para o futuro do partido: "Mobilizar os militantes"; uma nova liderança parlamentar - já que ele próprio sairá - com oposição firme e responsável"e dar provas de união. E ainda deixou uma herança no Parlamento: "Que (o novo líder) leve a Comissão de Inquérito ao caso TVI até ao fim.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Passos desafia Sócrates a debater PEC com novo líder
domingo, 28 de fevereiro de 2010
SITES DE CANDIDATURA DE EDGAR BRANCO E PEDRO PASSOS COELHO
http://www.passoscoelho-mudar.com/index.php
http://www.aguiarbranco2010.com
http://www.aguiarbranco2010.com
sábado, 13 de fevereiro de 2010
DUAS ENTRADAS E DOIS NIVEIS DIFERENTES

Faz toda a diferença e categoria a apresentação e postura do Colégio da sua entrada principal desta Instituição em comparação com a falta de nivel do Executivo da Junta, que deixa a entrada de Cernache com os mastros sem bandeiras.
O Dr.Carlos da Encarnação não pode fazer tudo sózinho.Vá lá, peçam lá para a Câmara de Coimbra umas bandeiras, que eles até se calhar as oferecem.
Não se esqueçam que é ali a "Nossa Sala de Visitas da Freguesia"
domingo, 24 de janeiro de 2010
ESTE SIM, O CANDIDATO FORTE - PASSOS COELHO COM PASSOS FIRMES

Excelente a entrevista de Pedro Passos Coelho(PPC) ao programa "Negócios da Semana" na Sic Noticias.
Aliás na linha de uma outra excelente prestação ,deste vez na TVI, entrevistado (semanas atrás) por Constança Cunha e Sá.
Em ambas demonstrando uma maturidade política que lhe pode abrir as portas da liderança do PSD.
E há duas coisas que neste momento jogam claramente a seu favôr:
Está no terreno há um ano e diz claramente o que quer.
Ou seja,tem feito o trabalho de casa e não se esconde atrás de subterfugios ou jogos de palavras como outros potenciais candidatos tem feito.
Mais ainda,tem tido a assinalável preocupação de discutir ideias e apresentar soluções.
Ao contrário dos seus eventuais opositores cuja unica ideia parece ser travar PPC através de uma solução alternativa seja ela qual fôr!
de Jorge Cruz
para abel
data18 de fevereiro de 2010 11:49
assunto"Mais vale uma crise política que viver todos os dias em crise" - Entrevista a Pedro Passos Coelho - Jornal Público
Pedro Passos CoelhoPassos Coelho parte para a disputa à liderança do PSD com uma certeza: o Governo está muito fragilizado e é ele próprio "o principal foco de instabilidade". Mas se cair, só novas eleições deverão legitimar outra solução governativa.
Acha que há tentativas de condicionamento da liberdade de informação ou de imprensa?
Acho que há fundadas razões para haver a suspeição. E o simples facto de essa suspeita existir mina a credibilidade do Governo e das instituições públicas e até privadas. É muito importante que essa suspeição seja removida rapidamente.
Através de explicações públicas do primeiro-ministro?
E não só. O Parlamento tem um conjunto de audições que podem trazer um pouco mais de luz sobre o que se passou. Uma coisa é o que a justiça entendeu que não era relevante do ponto de vista penal, outra é haver responsabilidade política relevante. Isso o Parlamento pode e deve apurar.
Concorda então com a tese da asfixia democrática?
Penso que em Portugal existe um excesso de intervenção pública e que o facto de haver uma grande confusão entre a esfera do Estado e a esfera dos partidos permite que quem está no Governo coloque instrumentos que deviam estar ao serviço do Estado ao serviço de interesses ou estratégias partidárias. Isso tem de ser combatido, não porque esteja em causa o Estado de Direito, mas porque pode estar em causa a credibilidade e a independência das instituições.
Está a defender a privatização da RTP/RDP?
Não há nenhuma razão hoje para que o Estado tenha uma televisão ou agências noticiosas. A noção de serviço público que deva existir tem de ser contratualizada com os privados e sairá muito mais barata ao Estado. Só a RTP, o ano passado, consumiu cerca de 400 milhões de euros, entre indemnizações compensatórias e taxas. Imagine o que era isto a contratualizar em bom serviço público! A história mostra, independentemente de quem tem estado à frente do Governo, a tentação de utilizar estes instrumentos para fins que não são os que justificaram a sua criação. Portanto, o Estado não tem que deter estes instrumentos.
O Governo tem condições para cumprir o mandato?
O Governo tem sido o principal foco de instabilidade do país. Ou porque os ministros não têm um discurso conexo e coerente, ou porque o ministro das Finanças ameaçou demitir-se, ou porque o primeiro-ministro chegou a criar a ideia de que era preferível uma crise política do que sujeitar-se à crítica do Parlamento. O Governo tem estado a correr à frente da crise. Isso não é bom para o país e cria um sentimento de instabilidade que dá a impressão de que o próprio Governo está à espera que alguém lhe dê um golpe de misericórdia. Esse clima é pernicioso para o país. Precisamos que o Governo governe e que assuma as suas responsabilidades. Se este Governo não está em condições de governar, só deve ser substituído por um outro que resulte de eleições.
Se a situação política se agravar, o PSD deve apresentar uma moção de censura?
Se as condições no país se agravarem muito, não restará outra saída senão a convocação de eleições. Mas não desejo hoje estas eleições. O país está com uma debilidade financeira e com um problema de credibilidade externa que seria preferível que o Governo se concentrasse na tarefa de governar. Em última instância, o Presidente da República deve avaliar se deve devolver a palavra aos portugueses. É preferível enfrentar uma crise política do que estar todos os dias em permanente crise política. Mas não creio que o PSD deva contribuir para essa instabilidade.
Se houver uma moção de censura, o partido que a apresentar pagará um preço político nas eleições seguintes...
A estabilidade não é um fim em si mesmo. Se os governos governarem mal ou não assumirem as suas responsabilidades, é preferível suportar o custo da crise que há-de trazer uma nova solução. Mas não creio que, cinco meses depois das eleições, estejam esgotadas as condições para governar.
Se for eleito, está preparado para eleições antecipadas?
Se for eleito presidente do PSD, como espero, estarei preparado para apresentar ao país uma alternativa de Governo. Se e quando o país quiser mudar de governo. Não estarei preparado nunca para contribuir para novas soluções governativas no actual quadro parlamentar. Se o PS revelar que tem condições para levar o seu mandato até ao fim, o PSD não tem pressa de chegar ao Governo.
Este Orçamento do Estado (OE) responde à situação do país?
Não, e é por isso que se está a criar uma pressão tão grande à volta do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC). O Governo demorou tempo a perceber a gravidade da situação do país e deu uma resposta fraca. Prevê que se possa reduzir um por cento do défice em 2010, deixando uma perspectiva de que se possa reduzir depois em dois anos os outros cinco pontos. Este ano, em que as pessoas percebem que a situação é má, têm o exemplo de países como a Grécia e Irlanda e perceberiam ser necessária uma resposta mais firme, e o Governo não a dá. Mas promete reduzir dois e meio por cento em média nos próximos dois anos...
É um Orçamento que pensa em eleições antecipadas?
Não vou dizer tanto, mas é um Orçamento que não está ao nível da responsabilidade que hoje precisávamos de mostrar ao país.
A solução para o défice é um plano de privatizações?
Temos dois problemas com o défice: o excesso de despesa e a falta de receita fiscal por via da quebra da economia. No primeiro, o Estado tem de atacar a sério, e este Orçamento não o faz. A medida mais forte é o congelamento dos salários na função pública, impondo-lhe o maior esforço. O que não é justo, porque o Estado tem muita despesa de gordura que precisava de ser removida. Todos os consumos do Estado podiam ser reduzidos em 15 por cento face ao ano anterior. E nada indicia que vai haver um esforço sério de contenção de despesa pública.
E do lado da receita? Privatizar?
A receita será determinante para alcançar o défice de três por cento, mas só se consegue através do crescimento económico. As privatizações não servem para isso. São antes um sinal de que o Estado entende que deve ser a economia privada a puxar pela economia do país. O Estado deve remover-se o mais possível do campo empresarial. E temos de criar um quadro de incentivos para que o investimento possa regressar a Portugal.
Criticou a forma como o PSD negociou o OE. O que teria feito de diferente?
O PSD teve oportunidade e tinha a obrigação de ter exigido do Governo que suspendesse todo o conjunto de grandes obras públicas que vão onerar os próximos 30 anos. Ao não impor nenhuma condição especial senão esperar que o PEC demonstre um esforço plurianual de contenção, deixou aberta a negociação com outros partidos, sobretudo o CDS. Temos um pior orçamento porque o PSD não colocou a fasquia mais alta.
AQUI PUBLICO A CARTA DO Dr. PASSOS COELHO QUE GENTILMENTE ME DIRIGIU.
(em 26/02/2010)
(Com pessoas desta categoria vale a pêna trabalhar)
Cara/o amiga/o e companheira/o
Como é do Seu conhecimento vamos começar uma campanha que culminará nas eleições Directas no dia 26 de Março. Vamos nessa data eleger o futuro Presidente do PSD. Vai ser um acto de grande responsabilidade por parte dos militantes Social-democratas. O novo líder vai ter como função iniciar um reposicionamento do Partido no contexto Político Nacional, recuperando os valores e as causas entretanto indevidamente esquecidas pelo PSD.Vai ter também de conseguir inverter a tendência de resultados eleitorais negativos provocados, na minha opinião, por uma estratégia que foi adoptada pela actual Direcção do Partido. Está, portanto, em causa a escolha de um projecto de mudança ou um projecto de continuidade para o PSD. Esta decisão vai ter uma grande influência no futuro do país. O actual Governo Socialista tem cada vez mais dificuldade em governar. É uma evidência que apenas agrava a debilitada situação económica, financeira e social de Portugal. Chegou o momento de tomar decisões que corrijam rápida e firmemente a trajectória. Temos de estar preparados para liderar essa Mudança. O PSD tem de estar à altura do que o país espera de um partido cheio de energia e bons valores. Estou no PSD há mais de 30 anos e conheço bem a realidade do meu partido. Sei do que são capazes as suas pessoas.Sei que o PSD é um partido de Governo e que coloca Portugal em Primeiro lugar nas suas prioridades. Candidatei-me em 2008 à liderança do Partido. Fiquei em segundo lugar.Nestes últimos dois anos colaborei em campanhas do PSD em Vila Real, o meu distrito, e por todo o País. Estive também a trabalhar com uma excelente equipa de forma a diagnosticar o que levou o país a esta situação tão difícil. Vou debater nesta campanha com clareza e profundidade o conjunto de ideias e caminhos que representem o modelo de solução que defendo para o Portugal. Nesse modelo dinâmico, considero também decisiva a participação da sociedade civil tendo por base que a inteligência colectiva supera sempre a individual. A contribuição de cada um de nós pode, no seu conjunto, melhorar a solução e motivar a sua aplicação. E Portugal precisa, em Primeiro Lugar, de encontrar as soluções acertadas para os seus problemas. Por isso lancei o livro MUDAR, onde tive por objectivo criar as bases para o debate destas ideias que pretendo cada vez mais ampliado. É por isso, também, que tomei a decisão de alargar a forma como todos podem conhecer o meu pensamento. A melhor método que encontrei foi através da criação de um canal próprio no YouTube ( www.youtube.com/pedropassoscoelho ). Aqui, qualquer pessoa poderá aceder às diferentes mensagens a qualquer hora, a partir de qualquer lugar, de forma simples e gratuita. Esta plataforma irá ser sempre actualizada ao longo da campanha. Espero que goste, acompanhe o seu crescimento em conteúdos e participe no debate de ideias com abertura e confiança. Convido-a/o também a entrar na minha página no facebook (Pedro Passos Coelho) ou twitter (ppc2010) e a deixar os seus comentários e sugestões. Participe activamente na Mudança em Portugal! Conto Consigo! Cumprimentos do,
Pedro Passos Coelho
Como é do Seu conhecimento vamos começar uma campanha que culminará nas eleições Directas no dia 26 de Março. Vamos nessa data eleger o futuro Presidente do PSD. Vai ser um acto de grande responsabilidade por parte dos militantes Social-democratas. O novo líder vai ter como função iniciar um reposicionamento do Partido no contexto Político Nacional, recuperando os valores e as causas entretanto indevidamente esquecidas pelo PSD.Vai ter também de conseguir inverter a tendência de resultados eleitorais negativos provocados, na minha opinião, por uma estratégia que foi adoptada pela actual Direcção do Partido. Está, portanto, em causa a escolha de um projecto de mudança ou um projecto de continuidade para o PSD. Esta decisão vai ter uma grande influência no futuro do país. O actual Governo Socialista tem cada vez mais dificuldade em governar. É uma evidência que apenas agrava a debilitada situação económica, financeira e social de Portugal. Chegou o momento de tomar decisões que corrijam rápida e firmemente a trajectória. Temos de estar preparados para liderar essa Mudança. O PSD tem de estar à altura do que o país espera de um partido cheio de energia e bons valores. Estou no PSD há mais de 30 anos e conheço bem a realidade do meu partido. Sei do que são capazes as suas pessoas.Sei que o PSD é um partido de Governo e que coloca Portugal em Primeiro lugar nas suas prioridades. Candidatei-me em 2008 à liderança do Partido. Fiquei em segundo lugar.Nestes últimos dois anos colaborei em campanhas do PSD em Vila Real, o meu distrito, e por todo o País. Estive também a trabalhar com uma excelente equipa de forma a diagnosticar o que levou o país a esta situação tão difícil. Vou debater nesta campanha com clareza e profundidade o conjunto de ideias e caminhos que representem o modelo de solução que defendo para o Portugal. Nesse modelo dinâmico, considero também decisiva a participação da sociedade civil tendo por base que a inteligência colectiva supera sempre a individual. A contribuição de cada um de nós pode, no seu conjunto, melhorar a solução e motivar a sua aplicação. E Portugal precisa, em Primeiro Lugar, de encontrar as soluções acertadas para os seus problemas. Por isso lancei o livro MUDAR, onde tive por objectivo criar as bases para o debate destas ideias que pretendo cada vez mais ampliado. É por isso, também, que tomei a decisão de alargar a forma como todos podem conhecer o meu pensamento. A melhor método que encontrei foi através da criação de um canal próprio no YouTube ( www.youtube.com/pedropassoscoelho ). Aqui, qualquer pessoa poderá aceder às diferentes mensagens a qualquer hora, a partir de qualquer lugar, de forma simples e gratuita. Esta plataforma irá ser sempre actualizada ao longo da campanha. Espero que goste, acompanhe o seu crescimento em conteúdos e participe no debate de ideias com abertura e confiança. Convido-a/o também a entrar na minha página no facebook (Pedro Passos Coelho) ou twitter (ppc2010) e a deixar os seus comentários e sugestões. Participe activamente na Mudança em Portugal! Conto Consigo! Cumprimentos do,
Pedro Passos Coelho
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Município de Miranda do Corvo adere ao Projecto ‘A Minha Rua’
O projecto “A Minha Rua”, um sistema interactivo que permite aos cidadãos reportar ocorrências das ruas ou bairros por onde passam e sugerir melhorias à autarquia, já conta com 19 municípios depois de hoje, dia 5 de Janeiro, a Câmara Municipal de Miranda do Corvo aderir à iniciativa.
Inserido no Programa Simplex Autárquico 2009/2010, "A Minha Rua" começou com cinco autarquias e tem vindo gradualmente a crescer, contando actualmente com a participação de 19, devido à adesão de Miranda do Corvo, distrito de Coimbra.
O novo município vem, assim, juntar-se aos de Alcanena, Ansião, Arganil, Batalha, Borba, Campo Maior, Évora, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Mangualde, Murça, Óbidos, Oeiras, Ourém, Ovar, Pombal, Portalegre e Sousel, já abrangidos na iniciativa.
“A Minha Rua” é um projecto de participação cívica, disponível a partir do Portal do Cidadão, que permite o envolvimento activo do cidadão na gestão da sua rua ou bairro, comunicando as mais variadas situações relativas a espaços públicos (desde iluminação, jardins, veículos abandonados, etc.) e sugerindo melhorias directamente à respectiva Câmara Municipal. A plataforma possibilita, ainda, consultar a evolução do tratamento dado ao caso.
Recorde-se que os cidadãos já podem assinalar directamente as ocorrências no mapa disponibilizado pelo sistema interactivo, escolhendo exactamente o local do facto que pretendem reportar à Câmara Municipal através de uma nova aplicação que utiliza a tecnologia Google Maps, designada de georeferenciação.
Inserido no Programa Simplex Autárquico 2009/2010, "A Minha Rua" começou com cinco autarquias e tem vindo gradualmente a crescer, contando actualmente com a participação de 19, devido à adesão de Miranda do Corvo, distrito de Coimbra.
O novo município vem, assim, juntar-se aos de Alcanena, Ansião, Arganil, Batalha, Borba, Campo Maior, Évora, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Mangualde, Murça, Óbidos, Oeiras, Ourém, Ovar, Pombal, Portalegre e Sousel, já abrangidos na iniciativa.
“A Minha Rua” é um projecto de participação cívica, disponível a partir do Portal do Cidadão, que permite o envolvimento activo do cidadão na gestão da sua rua ou bairro, comunicando as mais variadas situações relativas a espaços públicos (desde iluminação, jardins, veículos abandonados, etc.) e sugerindo melhorias directamente à respectiva Câmara Municipal. A plataforma possibilita, ainda, consultar a evolução do tratamento dado ao caso.
Recorde-se que os cidadãos já podem assinalar directamente as ocorrências no mapa disponibilizado pelo sistema interactivo, escolhendo exactamente o local do facto que pretendem reportar à Câmara Municipal através de uma nova aplicação que utiliza a tecnologia Google Maps, designada de georeferenciação.
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